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| Caso ocorreu na zona rural de Ariquemes e é investigado pelo Ministério Público de Rondônia. (Alô Rondônia) |
Jovem é investigada por atos infracionais análogos a homicídio triplamente qualificado consumado e tentado registrados na zona rural do município.
Porto Velho, Rondônia – O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) apresentou representação judicial contra uma adolescente acusada de praticar atos infracionais análogos aos crimes de homicídio triplamente qualificado consumado e tentado. O caso ocorreu na zona rural do município de Ariquemes.
De acordo com o órgão, a jovem é investigada pela morte do próprio avô e pela tentativa de homicídio contra a avó. O crime teria ocorrido na noite do dia 24 de fevereiro de 2026. Atualmente, a adolescente permanece em internação provisória na Fundação Estadual de Atendimento Socioeducativo (Fease).
CRIME OCORREU DENTRO DA RESIDÊNCIA
Conforme as investigações, as vítimas estavam dentro da residência quando foram surpreendidas por disparos de arma de fogo. O avô foi atingido por tiros na região da nuca e morreu ainda no local.
Já a avó ficou ferida após ser atingida inicialmente no rosto e, em seguida, por outro disparo na região do tórax. Mesmo ferida, ela conseguiu sobreviver.
Após os tiros, a adolescente fugiu do local. O caso passou a ser investigado pelas autoridades.
MPRO PEDE MANUTENÇÃO DA INTERNAÇÃO
A 1ª Promotoria de Justiça de Ariquemes, responsável pela atuação no caso, informou que o Ministério Público solicitou à Justiça a manutenção da internação provisória da adolescente, considerando a gravidade dos fatos.
Segundo a representação apresentada, os atos infracionais são considerados análogos a homicídios triplamente qualificados, incluindo circunstâncias como motivo torpe, motivo fútil e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas.
A investigação também aponta que o crime pode ter sido premeditado e motivado por sentimento de vingança. Além disso, as autoridades apuram a possibilidade de participação de outras pessoas no ocorrido.
O caso segue sob investigação.
Fonte: Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO)

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