Notas de pesar reforçam comoção após assassinato da professora Juliana Santiago em Porto Velho

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Notas de pesar reforçam comoção após assassinato da professora Juliana Santiago em Porto Velho

Notas de pesar foram divulgadas por autoridades e pela própria instituição onde a professora atuava - Foto: Reprodução instagram (Alô Rondônia)

Instituições, autoridades e comunidade acadêmica se manifestam após crime brutal ocorrido dentro de faculdade da capital

Porto Velho, Rondônia – A morte da professora e policial civil Juliana Santiago, assassinada dentro de uma faculdade na zona Sul de Porto Velho, gerou forte comoção pública e levou instituições, autoridades e representantes da educação a divulgarem notas de pesar nas redes sociais e canais oficiais. As manifestações destacam a trajetória profissional da docente, a brutalidade do ataque e a necessidade de justiça.

COMUNIDADE ACADÊMICA EM LUTO

A Faculdade Metropolitana, onde Juliana atuava como professora do curso de Direito, publicou comunicado oficial decretando luto institucional de três dias — de 7 a 9 de fevereiro — com suspensão de todas as atividades acadêmicas.

O texto ressalta que Juliana era “uma docente dedicada, competente e amada”, e que sua morte “deixa um vazio irreparável” entre alunos e colegas. A direção afirmou ainda que repudia a violência e está colaborando com a investigação para que a justiça seja feita.


O deputado federal Maurício Carvalho também divulgou nota lamentando profundamente o crime, classificando o caso como “um momento de dor difícil de explicar e aceitar”.

Em sua manifestação, o parlamentar destacou o legado da professora como servidora pública e pediu que a tragédia se transforme em justiça. Ele escreveu:
“Que nenhuma professora, nenhum educador, nenhuma policial precise nunca mais sair de casa para trabalhar sem voltar.”
A nota enviada pelo parlamentar também expressa solidariedade à família e aos colegas de Juliana.


FACULDADE REAFIRMA COMPROMISSO COM APOIO À FAMÍLIA E COM A INVESTIGAÇÃO

Em uma segunda publicação, também de luto, a Faculdade Metropolitana reiterou apoio integral à família da vítima e classificou o ataque como “covarde”. A instituição frisou que a memória da professora “permanece viva em cada aula e em cada debate”.

POLÍCIA CIVIL DIVULGA NOTA E DESTACA COMPROMISSO DA SERVIDORA

A Polícia Civil de Rondônia também se manifestou oficialmente neste sábado (7), expressando pesar pela morte da servidora, que atuava como Escrivã de Polícia e como professora de Direito Penal.

A nota afirma:
“A Polícia Civil de Rondônia manifesta profundo pesar pelo falecimento da Escrivã de Polícia Juliana Mattos de Lima Santiago, também professora de Direito Penal.
Profissional dedicada, construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a segurança pública, com a Justiça e com a formação de novos profissionais.
Neste momento de dor, a instituição se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho.”
A manifestação reforça que a corporação acompanha o caso e repudia toda forma de violência.

HOMENAGENS SE MULTIPLICAM

As manifestações se estenderam pelas redes sociais de alunos, ex-alunos, servidores públicos e comunidades jurídicas de Rondônia. Juliana, que também era policial civil, foi reconhecida como profissional dedicada, firme e admirada por todos que conviveram com ela.

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