
No décimo dia de julgamento no Rio de Janeiro, o Ministério Público iniciou a fase de debates e contestou as teses da defesa
Porto Velho, RO - O II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro retomou, nesta quarta-feira (3), o julgamento da morte de Henry Borel.
O décimo dia da sessão marcou o início da fase de debates, momento em que o Ministério Público classificou o ex-vereador Jairinho como "psicopata" e a mãe da criança, Monique Medeiros, como "narcisista".
Psicopata
A promotoria afirmou que Jairinho é um "psicopata que bate em crianças", citando que ele agredia Henry, dava "bandas" (rasteiras) no garoto e o xingava. A promotoria questionou as cinco ligações feitas por ele para Monique na madrugada do crime, embora ambos estivessem na mesma residência.
Durante o processo, foram apresentados depoimentos de ex-namoradas e de uma ex-enteada que relataram episódios semelhantes de violência.
Narcisista
Em relação à mãe, o promotor refutou a tese de "cegueira" motivada por relacionamento abusivo, citando a experiência profissional de Monique como diretora de escola para identificar sinais de violência.
Segundo a acusação, a ré ignorou os pedidos de socorro do filho para manter o convívio com o então parlamentar.
Em relação à mãe, o promotor refutou a tese de "cegueira" motivada por relacionamento abusivo, citando a experiência profissional de Monique como diretora de escola para identificar sinais de violência.
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Recomendação
O promotor enfatizou que o Conselho de Sentença deve decidir com base exclusiva nas provas processuais, e não em informações externas.
Henry Borel: réus passam por interrogatório no júri; o que vem a seguir?
Fonte: CNN Brasil
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