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| Poliana Santos Gonçalves, 31, foi encontrada morta em casa em Machadinho D’Oeste Foto: Reprodução/Redes Sociais (Alô Rondônia) |
Poliana Santos Gonçalves, de 31 anos, foi localizada sem vida após não comparecer ao trabalho; polícia apura possível latrocínio ou crime premeditado
Porto Velho, Rondônia – A morte da servidora da saúde Poliana Santos Gonçalves, de 31 anos, está sendo tratada como um crime de extrema violência em Machadinho D’Oeste, no interior de Rondônia. A vítima foi encontrada dentro da própria casa, com sinais claros de tortura, o que levanta suspeitas de execução ou ação criminosa com alto grau de brutalidade.
CORPO FOI ENCONTRADO APÓS AUSÊNCIA NO TRABALHO
Poliana trabalhava no Hospital Municipal da cidade e teve sua ausência notada após não comparecer ao plantão. A falta de contato chamou a atenção de colegas, que acionaram familiares.
Preocupado, o irmão foi até a residência da vítima, localizada na região central do município, e encontrou a porta dos fundos aberta. Ao entrar no imóvel, se deparou com Poliana já sem vida, caída no quarto.
SINAIS DE VIOLÊNCIA E POSSÍVEL CRIME PLANEJADO
De acordo com informações do registro policial, a vítima estava com mãos e pernas amarradas, além de estar vendada. O corpo apresentava diversas perfurações provocadas por objeto cortante.
A cena indica um crime com características de violência extrema, possivelmente cometido com intenção deliberada, o que reforça a linha de investigação para execução ou ação premeditada.
Outro ponto que chama a atenção é o desaparecimento de pertences pessoais da vítima. A motocicleta e o celular não foram encontrados na residência, o que também levanta a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte).
POLÍCIA CIVIL INVESTIGA MOTIVAÇÃO E AUTORIA
O caso foi registrado e está sob responsabilidade da Polícia Civil, que deve conduzir as investigações para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.
Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou prisões.
COMOÇÃO NA CIDADE
Em nota, o Hospital Municipal de Machadinho D’Oeste lamentou a morte da servidora, destacando sua trajetória profissional e o vínculo com colegas e pacientes.
A morte de Poliana gerou forte repercussão no município, especialmente pela forma como o crime foi cometido, aumentando a sensação de insegurança entre moradores.
