Bolsa sobe 1,4% com alívio nas tensões no Oriente Médio

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Bolsa sobe 1,4% com alívio nas tensões no Oriente Médio

Painel do pregão da B3 em São Paulo; mercado financeiro reagiu à redução das tensões geopolíticas e registrou alta da bolsa – Foto: Reuters/Paulo Whitaker (Alô Rondônia)
 
Ibovespa supera 183 mil pontos, dólar recua para R$ 5,15 e petróleo registra queda de 11% no mercado internacional.

Porto Velho, Rondônia – O mercado financeiro brasileiro registrou recuperação nesta terça-feira (10). O índice Ibovespa, principal indicador da bolsa de valores brasileira, encerrou o dia com alta de 1,4%, alcançando 183.447 pontos.

Segundo dados do mercado, esse foi o maior avanço diário desde 24 de fevereiro, impulsionado principalmente pela valorização de ações do setor bancário.

DÓLAR FECHA EM LEVE QUEDA

O dólar comercial terminou o dia vendido a R$ 5,157, com queda de 0,15%.

Durante o pregão, a moeda chegou a subir para R$ 5,18 nas primeiras horas da manhã. Ao longo do dia, a cotação recuou e chegou a R$ 5,13 por volta das 14h20, mas a queda perdeu força no final da tarde.

O movimento refletiu a cautela dos investidores diante de notícias envolvendo o conflito no Oriente Médio.

PETRÓLEO TEM FORTE QUEDA

A cotação internacional do petróleo apresentou forte recuo nesta terça-feira.

O barril do tipo Brent, referência nas negociações internacionais, fechou cotado a US$ 87,80, com queda de 11%.

O movimento ocorreu após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que o conflito no Oriente Médio poderia estar próximo do fim.

Apesar disso, o presidente norte-americano afirmou que os Estados Unidos reagiriam com uma “resposta militar sem precedentes” caso o Irã instalasse minas no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte de petróleo.

AÇÕES DA PETROBRAS CAEM

Mesmo com a recuperação do mercado acionário, as ações da Petrobras tiveram leve queda no pregão.

Os papéis ordinários da estatal recuaram 0,19%, enquanto as ações preferenciais registraram queda de 0,53%.

As oscilações refletem a queda no preço do petróleo, que influencia diretamente o desempenho das empresas do setor energético.
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