Equipes atuam na recuperação do pavimento ao longo do trecho urbano da RO-472 — Foto: Antonia Lima (Alô Rondônia)
Intervenções reforçam o pavimento e buscam melhorar trafegabilidade em trecho urbano da rodovia estadual
Porto Velho, Rondônia – A Rodovia-472, conhecida como Linha T-94, está passando por serviços de manutenção asfáltica no perímetro urbano de Ji-Paraná. As obras são executadas pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), por meio da Usina de Asfalto do município. O trabalho inclui reforço da camada asfáltica e correção de desgastes acumulados no trecho, que concentra fluxo intenso de veículos.
TRECHOS URBANOS SÃO PRIORIDADE NAS INTERVENÇÕES
De acordo com o DER-RO, a ação busca recuperar pontos críticos e reduzir o avanço de danos estruturais, especialmente em uma via que funciona como corredor de circulação para moradores, trabalhadores e pequenos produtores. A autarquia informou que trechos urbanos tendem a sofrer desgaste mais rápido por causa do tráfego pesado e das constantes frenagens.
DISCURSO OFICIAL APONTA BENEFÍCIOS, MAS VIA AINDA APRESENTA PROBLEMAS
Em declarações públicas, o governador Marcos Rocha afirmou que a manutenção impacta a organização urbana e o bem-estar da população local. Apesar disso, moradores de Ji-Paraná relatam que alguns pontos da rodovia acumulam buracos há meses e que os reparos ainda não abrangem toda a extensão que necessita intervenção.
O diretor-geral do DER-RO, Éder André Fernandes, explicou que as equipes têm priorizado trechos com maior deterioração para evitar danos futuros e ampliar a durabilidade do pavimento.
TÉCNICOS APONTAM DESAFIOS NO MATERIAL E NO CRONOGRAMA
Segundo Alexandro Santos, gerente da Usina de Asfalto de Ji-Paraná, o trabalho envolve controle de qualidade do material e programação diária das equipes. Já Lucas Albuquerque, titular da Coordenadoria de Usinas de Asfalto (Cousa), reforçou que acompanhamentos técnicos têm sido fundamentais para manter o padrão das obras.
Especialistas consultados por entidades de engenharia apontam que a manutenção constante é positiva, mas o impacto real depende de continuidade, fiscalização e cronograma claro — fatores que nem sempre acompanham as intervenções nas rodovias estaduais.
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