Marcos Rocha durante agenda oficial no Palácio Rio Madeira - Foto: Reprodução (Alô Rondônia)
Governador de Rondônia avalia futuro político e pode concorrer ao Senado Federal
Porto Velho, Rondônia - O governador Marcos Rocha (União Brasil) está entre os 18 chefes de Executivo estadual impossibilitados de disputar um terceiro mandato consecutivo nas Eleições 2026. Com o ciclo à frente do Palácio Rio Madeira chegando ao fim, Rocha avalia caminhos para permanecer no cenário político nacional e estuda disputar uma vaga no Senado Federal.
IMPEDIMENTO AO TERCEIRO MANDATO
A Constituição Federal proíbe a reeleição para um terceiro mandato consecutivo nos governos estaduais, garantindo alternância de poder e evitando o uso prolongado da máquina pública.
Eleito em 2018 e reeleito em 2022, Marcos Rocha deve encerrar o atual ciclo em dezembro. Caso opte por concorrer ao Senado, ou a qualquer outro cargo eletivo, deverá renunciar até 4 de abril de 2026, conforme prazo de desincompatibilização.
POSSÍVEL DISPUTA PELO SENADO
Nos bastidores políticos, aliados avaliam que a candidatura ao Senado é o cenário mais provável para Marcos Rocha. A saída antecipada colocaria o vice-governador no comando do Estado até o fim do mandato.
A decisão é aguardada com atenção por grupos políticos e partidos que iniciam a articulação para formação das chapas majoritárias.
OUTROS GOVERNADORES TAMBÉM FORA DA DISPUTA
Assim como em Rondônia, outros estados têm governadores impedidos de buscar novo mandato e que analisam movimentos políticos relevantes em 2026. Entre os principais nomes estão:
- Minas Gerais – Romeu Zema (Novo): cotado para disputar a Presidência;
- Goiás – Ronaldo Caiado (União Brasil): também é possibilidade para a eleição presidencial;
- Pará – Helder Barbalho (MDB): tende a concorrer ao Senado;
- Rio de Janeiro – Cláudio Castro (PL): avalia disputar vaga no Senado;
- Rio Grande do Sul – Eduardo Leite (PSD): articula projeto de abrangência nacional.
IMPACTO EM RONDÔNIA
A decisão de Marcos Rocha pode redefinir a formação das alianças, a composição das chapas e o comportamento de partidos que miram o comando do Executivo estadual. A disputa pelo Senado também tende a ser central no pleito rondoniense, com projeção para embates competitivos e reorganização das forças políticas locais.
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