Agevisa reforça orientações sobre diferenças entre vacinas de gripe e Covid-19 em Rondônia

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Agevisa reforça orientações sobre diferenças entre vacinas de gripe e Covid-19 em Rondônia

Agevisa reforça orientações e esclarece diferenças entre imunizantes contra gripe e Covid-19 - Foto: Agevisa/RO (Alô Rondônia)

Agência estadual esclarece composições distintas dos imunizantes e alerta para riscos da desinformação

Porto Velho, Rondônia - A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) reforçou, nesta sexta-feira (24), orientações importantes sobre as diferenças entre as vacinas contra a gripe e contra a Covid-19. Segundo o órgão, cada imunizante possui composição, registro, tecnologia e indicações específicas, todas submetidas a rigorosos protocolos de segurança, eficácia e monitoramento contínuo.

VACINAS DIFERENTES, FINALIDADES DIFERENTES

A Agevisa destaca que as vacinas são desenvolvidas com tecnologias distintas e passam por avaliações técnicas antes de serem disponibilizadas à população. A orientação aos cidadãos é clara: buscar informações em fontes oficiais e reconhecidas, como Ministério da Saúde, Fiocruz e Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

O governo de Rondônia reafirma que a imunização é uma política pública baseada em evidências científicas e considerada uma das ferramentas mais eficazes para prevenir doenças, evitar complicações graves e salvar vidas — sobretudo entre idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

De acordo com a gerente de Vigilância Epidemiológica da Agevisa/RO, Luma Kubota, é fundamental combater boatos que confundam a população.
“Não existe vacina da Covid dentro da vacina da gripe. Essa informação não tem base científica e pode causar insegurança desnecessária”, explicou.

RIGOR TÉCNICO EM TODO O PROCESSO

O diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima, destacou que todas as etapas do processo de imunização seguem protocolos do Ministério da Saúde e fundamentos científicos consolidados.

“Nossos técnicos são capacitados continuamente, desde o recebimento, armazenamento e distribuição das vacinas até o monitoramento de eventos adversos. Todos os imunizantes passam por rigorosos protocolos técnicos e sanitários antes de serem disponibilizados à população”, afirmou.

Segundo ele, a Agevisa mantém vigilância permanente sobre os imunizantes utilizados no estado, com sistemas capazes de identificar e investigar qualquer evento adverso raro, reforçando a confiança no Programa Nacional de Imunizações.

DESINFORMAÇÃO AUMENTA RISCOS À SAÚDE

A Agência alerta que conteúdos falsos ou distorcidos sobre vacinas fazem parte de estratégias de desinformação que buscam gerar medo, dúvida e desconfiança. Essas narrativas comprometem decisões baseadas em evidências e colocam em risco a saúde coletiva.

A Agevisa reforça que orientações técnicas devem sempre ser baseadas em ciência, e que a disseminação de informações seguras é essencial para manter altas coberturas vacinais e proteger grupos mais vulneráveis.
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