Porta-voz da TPUSA afirma que organização criada por Kirk reúne provas e prepara ações após assassinato em Utah. // ReproduçãoPorto Velho, Rondônia - A família do ativista americano Charlie Kirk anunciou que pretende entrar na Justiça contra veículos e figuras públicas que, segundo eles, difamaram sua memória após o assassinato em Utah.
A informação foi confirmada por Andrew Kolvet, porta-voz da organização fundada por Kirk, a Turning Point USA, em entrevista ao podcast do consultor político Scott Jennings.
“Estamos vendo tudo isso e registrando tudo. Temos bons advogados”, afirmou Kolvet. Ele explicou que a equipe está reunindo materiais considerados falsos e prejudiciais, mas não antecipou quem pode ser processado nem quando as ações serão apresentadas.
Kirk, de 31 anos, foi morto a tiros na quarta, 10, nos Estados Unidos. Ele era fundador da Turning Point USA, grupo conservador criado em 2012 para atrair jovens e estudantes universitários para a política de direita.
O movimento cresceu nos últimos anos e tornou Kirk um dos ativistas mais conhecidos do país.
Após sua morte, artigos e declarações em redes sociais o classificaram como “racista” e “misógino”. Outros chegaram a dizer que suas falas incentivavam violência. Para Kolvet, esses ataques não são críticas políticas legítimas, mas “mentiras maliciosas” feitas por “pessoas más intencionalmente mentindo e difamando”.
O porta-voz disse ainda que apoiadores têm enviado diariamente exemplos de postagens e reportagens à organização. “Temos todos os nossos amigos por aí nas redes sociais nos enviando essas coisas, então confie em mim, estamos vendo tudo”, declarou.
A preparação das ações acontece no mesmo momento em que cresce o número de processos de figuras públicas por difamação nos Estados Unidos. Na terça, 16, o ex-presidente Donald Trump anunciou uma ação de 15 bilhões de dólares contra o jornal The New York Times.
Apesar dos ataques à memória de Kirk, a Turning Point USA afirmou ter recebido mais de 37 mil pedidos de estudantes interessados em abrir novos núcleos universitários após sua morte.
Para os dirigentes, o crescimento mostra que o legado do fundador continua mobilizando jovens conservadores.
Kolvet não deu prazo para a primeira ação, mas garantiu que tanto a família quanto a organização seguirão reunindo provas enquanto as autoridades investigam o crime.
Kirk, de 31 anos, foi morto a tiros na quarta, 10, nos Estados Unidos. Ele era fundador da Turning Point USA, grupo conservador criado em 2012 para atrair jovens e estudantes universitários para a política de direita.
O movimento cresceu nos últimos anos e tornou Kirk um dos ativistas mais conhecidos do país.
Após sua morte, artigos e declarações em redes sociais o classificaram como “racista” e “misógino”. Outros chegaram a dizer que suas falas incentivavam violência. Para Kolvet, esses ataques não são críticas políticas legítimas, mas “mentiras maliciosas” feitas por “pessoas más intencionalmente mentindo e difamando”.
O porta-voz disse ainda que apoiadores têm enviado diariamente exemplos de postagens e reportagens à organização. “Temos todos os nossos amigos por aí nas redes sociais nos enviando essas coisas, então confie em mim, estamos vendo tudo”, declarou.
A preparação das ações acontece no mesmo momento em que cresce o número de processos de figuras públicas por difamação nos Estados Unidos. Na terça, 16, o ex-presidente Donald Trump anunciou uma ação de 15 bilhões de dólares contra o jornal The New York Times.
Apesar dos ataques à memória de Kirk, a Turning Point USA afirmou ter recebido mais de 37 mil pedidos de estudantes interessados em abrir novos núcleos universitários após sua morte.
Para os dirigentes, o crescimento mostra que o legado do fundador continua mobilizando jovens conservadores.
Kolvet não deu prazo para a primeira ação, mas garantiu que tanto a família quanto a organização seguirão reunindo provas enquanto as autoridades investigam o crime.
Fonte: O Antagonista
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