Dúvidas jurídicas e denúncias de improbidade administrativa lideram acionamento do MP em Rondônia


Ministério Público divulgou o balanço de atendimentos da ouvidoria no primeiro semestre de 2022

Porto Velho, RO - O MPRO (Ministério Público de Rondônia) divulgou o balanço do número de atendimentos realizados pela Ouvidoria da instituição. De acordo com os dados, divulgados nesta quarta-feira (27), houve aumento de 23% de acionamentos no primeiro semestre deste ano em comparação com 2021.

Ainda de acordo com o relatório, o órgão do Ministério Público realizou no ano passado 6.122 atendimentos. Neste ano o número de atendimentos saltou para 7.573.

Conforme relatório da Ouvidoria os assuntos com maior recorrência foram relacionados a:

• Consultas e dúvidas jurídicas – 1350 acionamentos;
• Improbidade administrativa – 912;
• Saúde – 465;
• Educação – 318;
• Meio ambiente –173.

Do mesmo modo, Porto Velho foi a cidade que mais acionou a Ouvidoria do MP. Confira as cidades com maior número de acionamentos:

• Porto Velho – 6.337 registros;
• Ariquemes, com 136;
• Ji-Paraná, 123;
• Cacoal, 122.

Veja o relatório completo aqui.

Como acessar a Ouvidoria?

De acordo com o MP, os cidadãos podem acionar a Ouvidoria-Geral, inclusive de forma anônima, por chamada e mensagem instantânea pelo número (69) 999.770.127. Do mesmo modo, apenas por chamada Disk Ouvidoria 127.

Além disso, o cidadão pode entrar em contato pelo e-mail ouvidoria@mpro.mp.br e, ainda, de modo presencial, na sala do órgão, no edifício-sede da Instituição, localizado na rua Jamary nº1555, bairro Olaria, Porto Velho.

Ouvidoria das Mulheres

O Ministério Público em Rondônia criou há pouco tempo Ouvidoria das Mulheres. O canal é especializado para receber denúncias e promover encaminhamentos visando à apuração de todas as formas de violência contra a mulher.

A Ouvidoria das Mulheres pode ser acionada por telefone e mensagem instantânea, pelo número (69) 999.770.180. E pelo e-mail ouvidoriadasmulheres@mpro.mp.br e, de modo presencial, o atendimento ocorre na sala do órgão, no edifício-sede do MPRO.

Fonte: Diário da Amazônia


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