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Homem alega existência de várias “cópias alienígenas” de Bolsonaro, e MPF analisa

Sessão do Conselho Institucional do MPF

Porto Velho, Rondônia - Em sessão nesta quarta-feira (15), o Conselho Institucional do Ministério Público Federal analisou uma notícia de fato (demanda dirigida aos órgãos da atividade-fim do Ministério Público) de um homem que exigia reunião presencial para informar uma dominação do planeta por seres alienígenas reptilianos.

O representante afirmava que extraterrestres estariam criando cópias de pessoas, inclusive do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o autor do pedido, desde o ano passado, os ETs criaram inúmeras cópias pelo mundo. Ele afirma que Bolsonaro é o presidente com mais cópias, e tentou provar com fotos que seriam do abdômen do presidente. Sendo umas com cicatrizes e outras sem cicatrizes, cada uma correspondente a uma “cópia” do chefe do Executivo.

Além do presidente do Brasil, o jornalista norte-americano Glenn Greenwald é a pessoa que mais possui cópias. Todas essas informações “privilegiadas” chegam até o homem por meio telepático, segundo ele sustenta.

A pandemia de Covid-19, por exemplo, foi “fruto da cooperação dos chineses com os alienígenas, sendo que os efeitos mortais são desencadeados eletronicamente”.

O procurador, em primeiro grau, arquivou o pedido sustentando que as alegações carecem de verossimilhança e fogem da realidade. Afastou, ainda, qualquer possibilidade de atuação do MPF, que “não possuem superpoderes aptos a impedir dominação alienígena”.

O autor chegou a fazer sustentação oral perante o Conselho, em sessão remota, e afirmou que o procurador que arquivou a notícia de fato foi preso em flagrante por tentar assassiná-lo, pois teria recebido uma oferta de um “cópia” para ignorar todos os pedidos.

O presidente da comissão, Francisco Rodrigues, refutou as informações, garantindo que os procuradores nunca foram detidos por estes motivos.

Por fim, a notícia de fato foi negada à unanimidade. Será feita análise de possíveis crimes devido às acusações aos procuradores.

Fonte - PlenoNews

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