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Visitante afirma ter sido agredido após reclamar de danos provocados pelo fechamento do portão de acesso do Condomínio Residencial Jequitibá, na Avenida Rio Madeira
Porto Velho, Rondônia - Um incidente envolvendo um veículo no portão de acesso do Condomínio Residencial Jequitibá, localizado na Avenida Rio Madeira, no bairro Nova Esperança, terminou em confusão e foi parar na Polícia Civil na tarde deste sábado (3), em Porto Velho.
Segundo informações apresentadas pela vítima e registradas após o episódio, um Fiat Mobi preto teria sido atingido pelo portão durante a passagem pelo acesso do residencial, provocando danos materiais no automóvel.
Imagens obtidas pelo Alô Rondônia mostram o veículo com avarias visíveis na região dianteira e lateral, incluindo peças de acabamento e do para-lama desprendidas.
De acordo com o relato da vítima, o veículo precisou aguardar a liberação do acesso. Quando iniciou a passagem, o portão teria fechado e atingido o automóvel.
Após o incidente, o responsável pelo veículo procurou a administração do condomínio para comunicar os danos e tentar chegar a um entendimento sobre os prejuízos.
A partir desse momento, segundo a versão apresentada pela vítima, a situação teria evoluído para uma discussão.
DISCUSSÃO TERIA TERMINADO EM AGRESSÃO
Conforme o relato da vítima, o desentendimento envolveu o síndico do residencial, identificado na ocorrência policial como R. O. Paraguassu de S. que teria chegado ao local em uma caminhonete branca adesivada com propaganda eleitoral do candidato a deputado estadual Dr. Maiorquin.
Durante a discussão, o motorista afirma que utilizava um telefone celular para registrar o que estava acontecendo. Segundo ele, o aparelho teria sido tomado durante o desentendimento e, na sequência, teria ocorrido agressão física, resultando em lesões.
A vítima relata ainda que ela e as pessoas que a acompanhavam teriam sido expulsas do residencial após a confusão.
O caso foi posteriormente registrado na Polícia Civil como lesão corporal dolosa, prevista no artigo 129, caput, do Código Penal.
A classificação constante no boletim representa o enquadramento inicial da ocorrência e não significa condenação ou conclusão definitiva sobre eventual responsabilidade criminal, que dependerá da apuração do caso.
VÍTIMA FOI ENCAMINHADA PARA EXAME DE CORPO DE DELITO
As investigações seguem com o depoimento do outro envolvido, testemunhas, gravações feitas no local e eventuais imagens das câmeras de segurança do próprio condomínio.
Após o registro da ocorrência, a Polícia Civil expediu uma requisição para que a vítima fosse submetido a exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).
O documento menciona a apuração de lesão corporal e solicita que a perícia verifique, entre outros pontos, a existência de ofensa à integridade física e a natureza das eventuais lesões.
O resultado do exame pericial deverá integrar a apuração do caso.
CONDOMÍNIO DE ALTO PADRÃO É CENÁRIO DA CONFUSÃO
O episódio ocorreu em um condomínio fechado considerado de alto padrão em Porto Velho.
O Residencial Jequitibá possui apenas 53 unidades privativas e é divulgado no mercado imobiliário por características como segurança reforçada, quadra de tênis, quadra poliesportiva, lago com bosque, salão de festas, playground e terrenos de grandes dimensões.
Imóveis localizados no residencial são anunciados no mercado por valores milionários, com grandes áreas construídas e estruturas privativas características do segmento de luxo.
O cenário cria um contraste particular com o veículo envolvido na ocorrência: um Fiat Mobi, modelo compacto de uso urbano, que aparece nas imagens com parte da dianteira e da lateral danificadas.
(Alô Rondônia)
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