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| Wagner Wasczuk Borges assume vice-presidência da Região Norte no Conasems e amplia a presença de Rondônia nas decisões nacionais da saúde pública (Alô Rondônia) |
Estado passa a integrar núcleo estratégico de decisões do SUS com representação na diretoria executiva
Porto Velho, Rondônia – Rondônia passou a ocupar posição de maior relevância no cenário nacional da saúde pública após a nomeação do presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems-RO), Wagner Wasczuk Borges, como 2º vice-presidente da Região Norte na diretoria executiva do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
A oficialização ocorreu nesta quarta-feira e marca a primeira vez que o estado conquista espaço direto na instância nacional responsável por discutir e influenciar decisões estratégicas do Sistema Único de Saúde (SUS).
REPRESENTAÇÃO DA REGIÃO NORTE
A escolha do gestor foi construída de forma unânime entre os Cosems dos estados da Região Norte — Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Com a nova função, ele passa a representar cerca de 450 municípios.
A região concentra desafios históricos, como grandes distâncias territoriais, limitações logísticas e necessidade de ampliação da oferta de serviços de saúde, fatores que tendem a ganhar maior visibilidade nas discussões nacionais.
PESO NAS DECISÕES DO SUS
O Conasems reúne representantes de todos os municípios brasileiros e atua diretamente na formulação de políticas públicas, definição de repasses e organização dos serviços de saúde em todo o país, em articulação com o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
Com a vice-presidência, Rondônia passa a ter presença direta no núcleo onde são debatidas prioridades, financiamento e estratégias de funcionamento do SUS.
IMPACTO PARA RONDÔNIA
A nova posição amplia a capacidade de articulação institucional do estado e fortalece a representatividade dos municípios rondonienses no cenário nacional. O Cosems-RO, que representa os 52 municípios do estado, atua no apoio técnico e na integração das gestões municipais de saúde.
Além disso, o avanço projeta lideranças do interior, como no caso de Vilhena, base de atuação do gestor, para um espaço de maior influência nas decisões que impactam a saúde pública em todo o país.
