Cartão do Bolsa Família utilizado pelos beneficiários do programa federal - Foto: Lyon Santos/MDS (Alô Rondônia)
Valor médio do benefício chega a R$ 690,01 com adicionais previstos em lei
Porto Velho, Rondônia - A Caixa Econômica Federal realiza nesta sexta-feira (20) o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família para os beneficiários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termina em 5. O valor mínimo permanece em R$ 600, mas com os adicionais previstos na legislação o benefício médio chega a R$ 690,01.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa alcança neste mês 18,84 milhões de famílias, somando R$ 13 bilhões em transferências.
ADICIONAIS ELEVARÃO O VALOR PAGO EM FEVEREIRO
Além da parcela básica, o programa inclui benefícios complementares, como:
- R$ 50 para gestantes;
- R$ 50 para nutrizes (mães que amamentam);
- R$ 50 por dependente de 7 a 18 anos;
- R$ 150 por criança de até 6 anos;
Benefício Variável Familiar Nutriz, com seis parcelas de R$ 50 destinadas a mães de bebês de até seis meses.
O pagamento segue o calendário tradicional dos dez últimos dias úteis do mês, e pode ser consultado pelo aplicativo Caixa Tem.
PAGAMENTO ANTECIPADO EM MUNICÍPIOS AFETADOS POR CHUVA OU SECA
Em 171 municípios de oito estados, o pagamento foi unificado no último dia 12, independentemente do final do NIS. A medida contemplou cidades atingidas por estiagem severa — como no Rio Grande do Norte — e municípios com povos indígenas em situação de vulnerabilidade.
Também receberam antecipação localidades de Bahia, Paraná, Sergipe, Roraima, Amazonas, Piauí e Santa Catarina.
SEGURO DEFESO NÃO É MAIS DESCONTADO
Desde 2024, o benefício não sofre mais descontos relacionados ao Seguro Defeso, conforme previsto na Lei 14.601/2023, que restabeleceu o programa nos moldes atuais.
O Seguro Defeso é direcionado a trabalhadores que dependem da pesca artesanal e ficam impedidos de atuar durante o período de reprodução dos peixes.
REGRA DE PROTEÇÃO GARANTE TRANSIÇÃO A QUEM VOLTA AO MERCADO DE TRABALHO
O Ministério informa que 2,51 milhões de famílias estão na chamada regra de proteção, mecanismo que permite manter 50% do benefício por até um ano quando há aumento de renda por inserção no mercado de trabalho.
Famílias que ingressaram na regra até maio de 2025 continuam com o prazo de dois anos.
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