Redano cobra instalação urgente de corrimão em ponte da RO-140, em Rio Crespo

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Redano cobra instalação urgente de corrimão em ponte da RO-140, em Rio Crespo

Deputado estadual Alex Redano durante atuação parlamentar na ALE-RO - Foto: Rafael Oliveira/Secom ALE-RO (Alô Rondônia)

Estrutura segue sem proteção lateral e expõe moradores a risco há anos, enquanto o Estado ainda não apresenta solução definitiva

Porto Velho, Rondônia - A ponte localizada na RO-140, no Travessão B-65, sobre o rio Preto, voltou ao centro dos debates públicos após o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Alex Redano (Republicanos), solicitar ao Governo de Rondônia e ao Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER) a instalação urgente de corrimão na estrutura. A demanda reacende uma discussão antiga: a precariedade da infraestrutura rural e o ritmo lento de respostas do poder público diante de riscos já conhecidos.

Segundo o parlamentar, a ausência completa de proteção lateral transforma a travessia em um ponto crítico para motoristas, pedestres e ciclistas, sobretudo em períodos de chuva ou aumento no fluxo de veículos — situações em que acidentes já foram registrados ao longo dos últimos anos.

SEGURANÇA EM ALERTA

Embora a indicação parlamentar proponha uma ação imediata, moradores e produtores rurais relatam que a fragilidade da ponte não é novidade. A estrutura é rota diária de transporte escolar, escoamento da produção agrícola e circulação de ambulâncias. Ainda assim, o Estado não implantou até hoje um padrão mínimo de segurança.

A ausência de corrimão aumenta a probabilidade de quedas, derrapagens e acidentes graves. Em municípios como Rio Crespo, onde o sistema viário rural já enfrenta limitações históricas, a falta de manutenção preventiva evidencia uma política pública que opera mais reagindo a crises do que prevenindo riscos.

VIAS RURAIS: PROBLEMA RECORRENTE

A crítica mais recorrente de especialistas e de usuários da região é que a situação da RO-140 não é isolada. Em todo o interior, pontes de madeira, travessias improvisadas e manutenções pontuais ainda compõem a realidade de comunidades inteiras. O caso do Travessão B-65, portanto, se tornou mais um sintoma de um problema estrutural: a ausência de um plano consistente de infraestrutura rural no estado.

Para Redano, a intervenção precisa ser rápida. Para os usuários, deveria ter chegado antes.

RESPONSABILIDADE DO ESTADO

O Governo de Rondônia e o DER ainda não apresentaram cronograma oficial de intervenção. A demora, segundo lideranças locais, prolonga um cenário de insegurança que afeta diretamente quem depende da ponte para trabalhar, estudar e acessar serviços públicos básicos.

Enquanto isso, a pressão política aumenta. A indicação de Redano, embora necessária, levanta questionamentos sobre por que medidas simples, como instalação de corrimões e reforço estrutural, não são executadas rotineiramente pelas equipes técnicas responsáveis.
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