Ex-ministro e presidente do Ibram morreu aos 73 anos, vítima de câncer no pâncreas
Porto Velho, Rondônia – A morte do ex-ministro Raul Jungmann, ocorrida no domingo (18) em Brasília, mobilizou políticos, autoridades e instituições de várias tendências partidárias. Aos 73 anos, o atual presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) enfrentava um câncer no pâncreas e deixou uma trajetória de mais de cinco décadas na vida pública, atuando como vereador, deputado federal e ministro em diferentes governos.
HOMENAGENS DE EX-PRESIDENTES E MINISTROS
O ex-presidente Michel Temer, sob cuja gestão Jungmann comandou os Ministérios da Defesa e da Segurança Pública, publicou nota de pesar ressaltando o caráter e o legado do ex-ministro. “Um brasileiro que soube servir ao país. Por onde passou deixou sua marca”, afirmou.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, lembrou a participação ativa de Jungmann no conselho de ex-ministros da pasta, destacando sua generosidade e espírito democrático.
RECONHECIMENTO NO JUDICIÁRIO
Ministros do Supremo Tribunal Federal também prestaram homenagens. Gilmar Mendes escreveu um texto ressaltando a integridade e a “densidade republicana” de Jungmann, destacando seu papel em governos anteriores e sua importância para a consolidação institucional do país.
O ministro Alexandre de Moraes também se manifestou, lembrando a atuação conjunta durante a segurança das Olimpíadas do Rio de Janeiro e classificando Jungmann como “um grande democrata”.
REPERCUSSÃO NO CONGRESSO E NOS ESTADOS
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, destacou a capacidade de diálogo e o compromisso de Jungmann com o interesse público.
Entre os governos estaduais, o governador do Rio Grande do Sul, Marcelo Leite, também lamentou a perda e ressaltou a contribuição do ex-ministro ao serviço público brasileiro.
NOTAS DE PARTIDOS E INSTITUIÇÕES
O Cidadania, último partido ao qual Jungmann foi filiado, divulgou nota assinada pelo presidente Roberto Freire, lembrando a longa trajetória e o vínculo mantido mesmo após sua saída formal da sigla.
O Ibram, instituição presidida por Jungmann até seu falecimento, informou que o velório será realizado nesta segunda-feira (19), das 15h30 às 17h, na capela do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília, restrito a familiares e amigos próximos.
0 Comentários