![]() |
| (Foto reprodução) |
Porto Velho, Rondônia - O mercado financeiro prevê a continuidade no ritmo de corte da taxa Selic em 0,5 ponto percentual na próxima reunião do Banco Central, impulsionado por recentes dados de emprego nos Estados Unidos. Especialistas analisam que o cenário externo favorável sugere novas quedas nos juros brasileiros.
A decisão do Banco Central do Brasil é influenciada, em parte, pelos recentes dados do mercado de trabalho americano (payroll), que apontam para a criação de 199 mil empregos, alinhados com as expectativas do mercado. Esses números indicam uma manutenção na política monetária dos EUA, sem grandes aumentos nos juros, o que repercute positivamente no Brasil.
Andréa Angelo, estrategista de inflação da Warren Investimentos, explica que, apesar do mercado de trabalho nos EUA se mostrar forte, a tendência é de desaceleração devido à política monetária restritiva. Para o Banco Central do Brasil, isso não implica um corte mais acelerado nos juros, mas sim a manutenção do ritmo atual de 0,5 ponto percentual.
Claudia Moreno, economista do C6 Bank, observa que o cenário externo mais tranquilo, em comparação com a última reunião do Copom em novembro, reforça a continuação da redução de juros. Ela destaca que as recentes declarações de Powell, presidente do Federal Reserve, apontam para uma possível queda dos juros americanos no próximo ano, beneficiando a economia brasileira com a valorização do real e um ambiente mais favorável para o corte de juros.
Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria, ressalta que desde março de 2022, o Federal Reserve tem implementado uma política agressiva de aumento de juros para controlar a inflação. No entanto, espera-se que a economia americana comece a mostrar sinais de esfriamento, o que poderia levar o Fed a reduzir os juros em meados do próximo ano. Isso impacta positivamente a economia global, incluindo o Brasil, ao promover um ambiente de menores taxas de juros e um dólar mais fraco.
Roberto Uchôa, da PUC-Rio, reforça que essa perspectiva é benéfica para o Brasil, podendo resultar em juros mais baixos e impulsionar o crescimento do PIB, além de fortalecer o otimismo no mercado de ações brasileiro.
Claudia Moreno, economista do C6 Bank, observa que o cenário externo mais tranquilo, em comparação com a última reunião do Copom em novembro, reforça a continuação da redução de juros. Ela destaca que as recentes declarações de Powell, presidente do Federal Reserve, apontam para uma possível queda dos juros americanos no próximo ano, beneficiando a economia brasileira com a valorização do real e um ambiente mais favorável para o corte de juros.
Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria, ressalta que desde março de 2022, o Federal Reserve tem implementado uma política agressiva de aumento de juros para controlar a inflação. No entanto, espera-se que a economia americana comece a mostrar sinais de esfriamento, o que poderia levar o Fed a reduzir os juros em meados do próximo ano. Isso impacta positivamente a economia global, incluindo o Brasil, ao promover um ambiente de menores taxas de juros e um dólar mais fraco.
Roberto Uchôa, da PUC-Rio, reforça que essa perspectiva é benéfica para o Brasil, podendo resultar em juros mais baixos e impulsionar o crescimento do PIB, além de fortalecer o otimismo no mercado de ações brasileiro.
