Durante a sua gestão, Bolsonaro tentou passar para a população a mensagem de que o Judiciário atrapalhava o governo. Ele também defendeu a participação das Forças Armadas na apuração do resultado da eleição.
Neste ano (2023), policiais federais iniciaram investigação no celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. No aparelho, a PF encontrou uma minuta para um golpe de Estado no País com a decretação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e que previa estado de sítio “dentro das quatro linhas” da Constituição. O militar está preso desde maio após acusação de envolvimento em fraudes em cartões de vacina.
Em 30 de junho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou Bolsonaro inelegível por oito anos por ter acusado sem provas o sistema eleitoral brasileiro de não ter segurança contra fraudes. Em novembro do ano passado, o TSE multou o PL em R$ 22,9 milhões depois que o partido questionou a confiança das urnas eletrônicas.
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