VILHENA - Vereadores criticam conduta do secretario municipal de Assistência Social: “Semas virou ponto de campanha política”, comentam parlamentares

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VILHENA - Vereadores criticam conduta do secretario municipal de Assistência Social: “Semas virou ponto de campanha política”, comentam parlamentares


Porto Velho, Rondônia – O secretário municipal de Assistência Social, Rogério Golfetto (FOTO), foi alvo de muitas críticas na sessão extraordinária da Câmara Municipal de Vilhena, realizada no sábado 20. Vários parlamentares apontaram falhas na execução das atribuições da secretaria e ainda o uso da máquina pública com supostos fins políticos.

O assunto foi levantando pela vereadora Clérida Alves (Avante), quando ao discutir um projeto em pauta ela afirmou que a SEMAS estava deixando a desejar com relação ao atendimento do Lar dos Idosos, deixando de cumprir com compromisso de fazer repasses de verbas acordados há vários anos, porém não efetivados na atual gestão. “Será que o secretário não é capaz de fazer um ‘ctrl c ctrl v’, pois é apenas uma questão de seguir o modelo que já existe”, questionou a vereadora, que também acrescentou que há problemas de gestão em outros programas da secretaria.

A fala da vereadora foi a deixa para que outros vereadores se manifestassem com relação a gestão de Rogério Golfetto na Assistência Social do Município, com discursos contundentes da parte do presidente do Legislativo, Samir Ali (Podemos), além de Ronildo Macedo (Podemos) e Pedrinho Sanches (Avante).

O presidente afirmou ser “visível que a SEMAS deixou de priorizar o atendimento ao público e focou no futuro, talvez numa campanha política do chefe da pasta”. Arrematando, Samir conclamou seus pares para “avisar ao secretário que a campanha eleitoral é só no ano que vêm, então é preciso parar de priorizar a formação de grupos políticos e trabalhar pela população mais carente, que é o público-alvo da secretaria”.

Ronildo Macedo foi ainda mais incisivo, dizendo que a SEMAS “virou um comitê político, com pessoas ganhando salários de quatro mil e quinhentos reais para fazer ações políticas”. Ele disse ainda que Rogério “foi um péssimo vereador, não tinha posicionamento, e agora se mostra um gestor sem liderança, sem comando, com a secretaria virada numa bagunça”.

Pedrinho Sanches disse que o secretário é “inerte”, que não tem procurado os entes estadual e federal para estabelecer uma política de Assistência Social que atenda a demanda vilhenense, transformando a SEMAS num “cabide eleitoreiro”.

Também se pronunciaram acerca do assunto os vereadores Dhonatan Pagani (Podemos), Zeca da Discolândia (PSD) e Wilson Tabalipa (PV).

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