Eleições municipais suplementares em Vilhena só podem acontecer após eleição geral de outubro


Após a convocação das novas eleições, que devem ocorrer numa das duas datas estabelecidas na portaria do TSE, é que começa a campanha

Porto Velho, RO – O eleitorado vilhenense vive a expectativa de ter que escolher outra vez o prefeito da cidade, após a cassação em segunda instância de Eduardo Japonês (PSC) e sua vice Patrícia da Glória (PV), com a determinação de afastamento imediato de ambos dos cargos.

A questão é que a eleição suplementar a ser realizada só poderá acontecer após o pleito de outubro, em virtude de norma estabelecida pela Justiça Eleitoral através da Portaria 685, expedida no ano passado.

De acordo com esta regera, em caso de eleições suplementares nos munícios este ano, tal pleito só pode ocorrer em datas específicas, sendo que agora os dias estabelecidos são 27 de novembro ou 11 de dezembro.

Por enquanto o que se espera é o comunicado oficial do TRE à Justiça Eleitoral em Vilhena, que por sua vez faz a citação à Câmara dos Vereadores, determinando que o presidente do Parlamento, Ronildo Macedo (PODEMOS), assuma o Executivo e convoque as eleições em no máximo 90 dias; assim como ao atual prefeito e a vice para que deixem os cargos.

Após a convocação das novas eleições, que devem ocorrer numa das duas datas estabelecidas na portaria do TSE, é que começa a campanha.

O fato de haver uma eleição geral para acontecer este ano deixa muitas dúvidas em aberto. Há quem acredite que pode ser possível alguém concorrer ao pleito de outubro e, em caso de derrota, disputar a eleição municipal.

Mas esta e outras respostas deverão ser dadas aos vilhenenses ao longo do processo, que ainda pode ser adiado caso a defesa de Eduardo e Glória obtenha liminar suspendendo o afastamento deles neste momento, uma vez que ainda há mais uma instância para avaliar o processo ao qual eles respondem.

Fonte: Redação


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