Após reportagem do ALÔ RONDÔNIA sobre traição de Marcos Rogério contra Expedito Junior faz com que senador retire postagens de suas redes sociais


Agora, eis que às vésperas do início da campanha, surge uma nova configuração, onde Jaime e Rogério aparecem como aliados

Porto Velho, RO – A matéria publicada ontem (05/07) pelo ALÔ RONDÔNIA destacando a confirmação do vilhenense Jaime Bagattoli como pré-candidato oficial ao Senado pelo PL, do senador e pré-candidato ao governo Marcos Rogério, partido que estava composto com o PSD em torno de uma futura candidatura do veterano Expedito Junior ao mesmo cargo, caiu como uma bomba nos bastidores da pré-campanha eleitoral no Estado.

Isso porque a matéria relembrou as relações entre os três políticos, que são um tanto ambíguas e controvertidas, com mudanças de posicionamento entre as eleições de 2.018 e esta pré-campanha atual.
O site relembrou que naquela ocasião Rogério e Bagattoli foram adversários se enfrentando pelo mesmo cargo -com a vitória do primeiro - em grupos políticos opostos.

Depois das eleições, houve um distanciamento entre ambos, com o então eleito senador se aproximando de Expedito, que no mesmo ano havia perdido a disputa do governo para Marcos Rocha, aliado de Jaime. Ou seja, eram oponentes em todos os sentidos.

Agora, eis que às vésperas do início da campanha, surge uma nova configuração, onde Jaime e Rogério aparecem como aliados e Expedito é escanteado, numa movimentação de difícil compreensão exceto pelo viés do oportunismo.

A situação é incomoda, e após a reportagem do ALÔ RONDÔNIA postagens acerca da confirmação do grupo do PL que tinham sido feitas nas redes sociais do senador foram bombardeadas com críticas, a ponto de serem apagadas.

Outro aspecto interessante nesta situação é o fato de haver na filmagem onde o anúncio da oficialização das pré-candidaturas do PL ter sido insinuado o apoio de Jair Bolsonaro aos postulantes, algo que na verdade é afirmado com relutância nas imagens, porém frisado nas postagens em redes sociais, só que também apagado posteriormente, o que leva a crer que foi desautorizado por ordem de alguém, talvez o próprio Presidente da República.

Fonte: Redação


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