Comunidade de Alto Paraíso aprova instalação de Conselho Municipal de Segurança Pública



Porto Velho, Rondônia – Em Audiência Pública realizada na quarta-feira 13, a sociedade civil organizada de Alto Paraíso, representada por entidades públicas e privadas, autorizou a administração local a elaborar e encaminhar para a Câmara de Vereadores projeto de Lei estabelecendo na cidade o Conselho Municipal de Segurança Pública.

A proposta de se criar esse organismo partiu do prefeito João Pavan, visando estabelecer políticas participativas relacionadas ao tema, inserindo toda a sociedade local na elaboração de propostas, gestão e fiscalização de ações pertinentes ao assunto.

A necessidade da criação do Conselho surgiu em virtude de, mais uma vez, a manutenção da unidade de Polícia Civil da cidade ter sido posta em xeque, e a partir das próprias deficiências desta delegacia, exigindo que a sociedade se mobilizasse em torno do caso para fortalecer a administração municipal quanto a exigir do Governo do Estado sua responsabilidade diante da questão.

Mas o Conselho não ficará restrito apenas a temática a delegacia, e sim irá funcionar como polo de propostas, busca de demandas, elaboração de projetos e mais ações pertinentes a questão da segurança e bem-estar da população.

O evento contou com a participação de autoridades locais do Executivo e Legislativo, empresários, representantes de diversas entidades e instituições, além do deputado estadual Adelino Folador e do ex-governador Daniel Pereira, que além de ser integrante do Conselho Nacional de Segurança Pública, era o gestor do Estado na época da instalação da delegacia em Alto Paraíso.

A Rede Regional de Enfrentamento à Violência Doméstica, que agrega municípios da região do Vale do Jamari, também participou da ação.

Ambos se comprometeram com a causa, a garantiram fornecer suporte e apoio para a instalação do Conselho Municipal de Segurança Pública de Alto Paraíso.

Aprovada por aclamação dos presentes, agora a propositura será encaminhada à Procuradoria do Município para fins de elaboração da lei e depois enviada à Câmara Municipal para apreciação e votação.

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