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OPERAÇÃO BASALTO: Prefeito diz que vai exonerar servidores suspeitos de desviar materiais da Semob



Porto Velho, RO - O prefeito Hildon Chaves (PSDB), se pronunciou sobre a Operação Basalto, deflagrada pela Draco da Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (25) na secretaria de Obras de Porto Velho (Semob). Hildon disse que irá colaborar com as investigações.

De acordo com o gestor público, informações preliminares apontam que 19 servidores da prefeitura, estariam desviando materiais para vende-los e tirarem proveito dos insumos públicos.

O prefeito revelou então, que após a identificação dos servidores, estes devem ser exonerados.

“Se tiver comissionado, na hora que eu receber a relação dos nomes, já está automaticamente exonerado e sobre os estatutários, vão ser abertos o PAD (Processo Administrativo Disciplinares) que busquem a demissão desses servidores” , declarou Hildon.

De acordo com as investigações da polícia, esses desvios estavam sendo vendidos para materiais de construção e pessoas independentes.

Hildon falou que irá disponibilizar as senhas de rastreamentos dos veículos da prefeitura, para identificar esses receptores.

“A secretaria Municipal de Obras (Semob) tem todas as movimentações de todos os veículos e máquinas rastreados e nós temos como saber, e estamos franqueados esses dados, essas senhas e orientando os policiais a como buscar as informações do sistema ”, anunciou Hildon.

A Operação Basalto tem o objetivo de identificar os integrantes de uma associação criminosa formada por servidores públicos lotados na Secretaria de Obras - Semob, da Prefeitura de Porto Velho, os quais estavam comercializando insumos (cascalho, pedra brita, bota-fora), utilizados na correção e asfaltamento de vias urbanas, além de utilizarem as máquinas públicas para prestação de serviços a particulares, cobrando valores por essas atividades.

No curso do Inquérito policial foram identificados algumas lojas de materiais de construção e diversos particulares que adquiriam esses insumos desviados e comercializados, bem como contratavam os “serviços” prestados pelos investigados, os quais também responderão pelos crimes praticados.

Nas investigações foram constatadas que os investigados recebiam os valores relativos à venda dos insumos por meio de pix e até mesmo por máquina de cartão, já que alguns servidores chegaram ao cúmulo de dispor de máquina para essa forma de pagamento.

No dia de hoje estão sendo realizados buscas nas residências dos investigados e na Secretaria de Obras, visando robustecer como provas constantes do inquérito e identificar outros servidores que eventualmente façam parte do esquema criminoso, bem assim visa cessar a prática dos crimes.

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