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Há 20 anos, em 11 de setembro de 2001, quando as Torres Gêmeas no World Trade Center em Nova York foram atacadas por terroristas da Al-Qaeda, eram 09h15m horário de Brasília no momento que a TV mostrava as explosões das Torres e o pânico geral nas pessoas.
Eu cursava a Universidade no meu querido Estado do Paraná e já lecionava. A TV era o único instrumento que noticiava ao vivo àquilo que parecia mentira.
Naquela terça-feira ensolarada alguns em casa, outros na escola ou faculdade, outros no trabalho; enfim a sensação de medo misturado à insegurança de uma possível guerra mundial batia à mente das pessoas.
Não tínhamos redes sociais. Nem WhatsApp, nem Instagram e muito menos Twitter ou Facebook.
Não tínhamos redes sociais. Nem WhatsApp, nem Instagram e muito menos Twitter ou Facebook.
Imagina se fosse hoje, os ataques às torres gêmeas na velocidade da informação/notícia?
Seria algo espantoso. Os únicos meios de comunicação ainda era a TV e alguns sites que republicavam as notícias como o portal IG, UOL, Globo.com e Yahoo.
A Internet em 2001 era acessada ainda por linha telefônica e acessível apenas a 1,5% da população. Hoje esse percentual é de 98,5%, pois em 2001 os celulares apenas faziam ligações e enviava SMS.
Em 2001 o único meio de acesso à Internet era o computador de mesa. Hoje qualquer celular acessa à Internet numa velocidade centenas de vezes superior ao computador daquela época.
A câmera fotográfica analógica era o único instrumento de captação de imagens. Tinha de esperar 30 segundos para enviar a foto por meio de um cabo para o computador e depois para o disquete afim de produzir a matéria site os ataques às torres gêmeas.
As pessoas iam à banca de jornal comprar o velho jornal impresso para saber notícias dos ataques às Torres.
O Brasil tinha ACM, Temer, FHC, etc... . Nesse ponto nada mudou, apenas a forma de praticar a corrupção que houve uma certa modernização.
Os brasileiros nem sabia quem eram os ministros do STF ou esquerda x direita era algo só discutido no banco das universidades.
Enfim lá se vão 20 anos.
Jornalista Victoria Bacon

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