Universidade Politécnica de Milão, na Itália, junto com Itália, Espanha e Grécia, desenvolveu um processo para aproveitamento dos componentes metálicos dos smartphones
Embora possa parecer simples, o processo é bastante sofisticado, uma vez que esses equipamentos são produzidos com um grande número de materiais diferentes.
A iniciativa é de um consórcio de empresas italianas, espanholas e gregas, que usa robôs para a separação dos metais (por meio de derretimento com ar quente, que preserva as propriedades originais de cada elemento) e impressão em 3D para esculpir as joias.
A iniciativa é de um consórcio de empresas italianas, espanholas e gregas, que usa robôs para a separação dos metais (por meio de derretimento com ar quente, que preserva as propriedades originais de cada elemento) e impressão em 3D para esculpir as joias.
O processo foi desenvolvido pela Universidade Politécnica de Milão, na Itália, mas cada um dos três países envolvidos nesse garimpo de luxo realiza uma parte dele.
Fonte: Época Negócios

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