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Brasil e Argentina desprezam clima de revanche nas Eliminatórias 2022

 

Os craques do PSG em lados opostos nesta tarde

Porto Velho, Rondônia - Os mais apaixonados querem vender o Brasil x Argentina deste domingo (5) como uma revanche. Exagero. Vice e campeões da última Copa América se enfrentam na Neo Química Arena, em São Paulo, a partir das 16 horas (de Brasília), apenas em rodada atrasada das Eliminatórias da Copa 2022. As duas equipes, inclusive, estão bem encaminhadas para o Mundial no Qatar.

A equipe de Lionel Messi e companhia levou a melhor sobre a de Neymar no último encontro, em julho, em pleno Maracanã. Da mesma forma que não foi um novo Maracanazzo (em alusão à derrota em casa para o Uruguai na Copa de 1950), a partida da sexta rodada da competição sul-americana também não vale troféu apesar de ser um dos maiores clássicos mundiais.

No último treinamento antes da partida, os representantes das duas seleções souberam dosar o tom da conversa nas entrevistas oficiais. Pelo lado brasileiro, Gabigol foi o primeiro a posicionar o encontro em seu devido lugar na história. O treinador argentino, Lionel Scaloni, procurou ressaltar a importância de conquistar pontos para garantir partidas mais tranquilas daqui em diante.

“Aquilo [a derrota na final da Copa América] ficou no passado. É outro momento, agora é Eliminatórias, a gente vem de mais uma vitória. Ficamos tristes pela derrota na final, mas é outro momento. É desfrutar, jogar bem e merecer a vitória”, disse Gabigol, que ganha nova chance como titular da seleção brasileira.

O Brasil tem 100% de aproveitamento nas partidas até aqui, tendo somado 21 pontos, seis a mais que a Argentina, que vem na segunda posição.

Com o desfalque do zagueiro Marquinhos, suspenso por cartão amarelo, Tite deve promover a entrada de Miranda (Lucas Veríssimo também disputa a vaga). No meio, Gerson e Everton Ribeiro, que entraram bem na vitória contra o Chile, podem ganhar uma chance.

BRASIL: Weverton; Danilo, Éder Militão, Miranda e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães (Gerson) e Lucas Paquetá; Neymar, Vinicius Júnior (Everton Ribeiro) e Gabigol. Técnico: Tite

ARGENTINA: Emiliano Martínez, Molina (Montiel), Romero (Pezzella), Otamendi e Acuña; De Paul, Paredes e Lo Celso; Di Maria, Messi e Lautaro Martínez. Técnico: Lionel Scaloni

Fonte – R7

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