O acusado foi preso em flagrante no dia do crime, tendo sua prisão convertida em preventiva.
Ao negar o habeas corpus, o Juízo ressaltou alguns fatos antecedente ao assassinato, ocorrido após uma acalorada discussão entre a vítima e o acusado.
Ao negar o habeas corpus, o Juízo ressaltou alguns fatos antecedente ao assassinato, ocorrido após uma acalorada discussão entre a vítima e o acusado.
Édipo foi uma das pessoas que sacou a arma e efetuado disparos na cabeça do delegado, mesmo este já rendido e dominado. A arma do crime, um revólver calibre 38, é compatível com o projétil retirado do corpo do delegado.
Uma pistola do delegado .40 também teria sido usada no crime até hoje não foi utilizada. Segundo o juízo, o crime teria tido a participação de outras duas pessoas, de acordo o Inquérito instaurado pela Delegacia de Homicídios de Porto Velho.
“Com essas considerações, INDEFIRO o pedido de revogação formulado por Édipo Teixeira Pereira.
Oportunamente, junte-se cópia desta decisão do processo principal (ou IPL)”.
Uma pistola do delegado .40 também teria sido usada no crime até hoje não foi utilizada. Segundo o juízo, o crime teria tido a participação de outras duas pessoas, de acordo o Inquérito instaurado pela Delegacia de Homicídios de Porto Velho.
“Com essas considerações, INDEFIRO o pedido de revogação formulado por Édipo Teixeira Pereira.
Oportunamente, junte-se cópia desta decisão do processo principal (ou IPL)”.
